GDM amplia centro de biotecnologia e expande escala produtiva às principais culturas agrícolas

Com investimentos na casa dos R$ 15 milhões, a GDM – empresa global líder em genética de plantas de cultivos extensivos, sendo responsável pelo germoplasma presente em mais de 40% de toda produção mundial de soja – destinou esse montante à expansão do complexo de laboratórios localizado em Cambé/PR. Com a ampliação, que engloba o aumento de área física passando de 300 para 700m² e aquisição de novos equipamentos, o setor de biotecnologia vai aumentar a escala de atendimento às culturas extensivas trabalhadas pelo grupo e para os principais mercados de atuação.

O complexo reestruturado reúne dois conjuntos de laboratórios, integrados entre si. No primeiro deles, de Edição Gênica, a GDM dará continuidade no desenvolvimento de traits, principalmente para a cultura da soja, que possam trazer melhorias às plantas e elevem o potencial produtivo das lavouras. Vale destacar que, a companhia foi a responsável pela criação da primeira soja editada do Brasil, com baixa presença de açúcares em sua composição, além de ter criado uma segunda variedade, mais resistente ao estresse hídrico, em 2022. Tais variedades editadas foram consideradas não-OGM (Organismos Geneticamente Modificados) pelas agências reguladoras do Brasil, Argentina e Colômbia.

Entre os equipamentos de última geração disponíveis no complexo de Edição Gênica está a Vicabin, uma câmera de crescimento ultramoderna com alta capacidade (highthrouput). A GDM é a única empresa na América do Sul detentora de tal equipamento, que permite a expansão em quatro vezes na capacidade experimental do laboratório.

O segundo dos laboratórios é de Marcadores Moleculares e Sequenciamento, que confere uma ampla capacidade de extração de DNA e genotipagem em alta escala, com o uso de plataformas automatizadas em toda linha de produção, com capacidade de geração de aproximadamente de 250 mil dados por dia, além de duas plataformas de sequenciamento de DNA. Com tal ampliação no complexo dos laboratórios, a GDM vai gerar mais de 500 milhões de dados na área de sequenciamento por ano.

Por meio dessas novas e mais modernas plataformas será possível agregar novas culturas ao trabalho desenvolvido pela companhia.

“A ampliação dos laboratórios faz parte de uma série de investimentos da GDM no Brasil, a qual está em linha com a estratégia empresarial, envolvendo diversos públicos de interesses. Nosso foco está em fortalecer a atuação da companhia no mercado de soja a nível global e estarmos preparados para desenvolver nosso negócio em milho, no Brasil, além de outras culturas extensivas em mercados importantes, como o europeu. A reestruturação do centro de biotecnologia permitirá que a GDM esteja sempre atenta às demandas do mercado e forneça soluções específicas a cada um dos territórios de atuação de forma rápida, focada e eficiente”, destaca Ignacio Bartolomé, CEO da GDM.

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